E-commerce: A importância de uma estrutura estável

qua 25 de mar de 2020

O e-commerce veio pra ficar. Não tenha dúvida de que as estatísticas apresentadas pelo e-Marketer, rankeando o Brasil em 10º no mundo em número de vendas, são provas suficientes para indicar um novo caminho a ser seguido pelos varejistas é o e-commerce.

O segmento que mais alcança bons resultados na venda digital é o de roupas e acessórios, que consegue reunir 18% de todo consumo online no país, seguido por “beleza e saúde”, com 16% e eletrodomésticos, com 11%, confirma a pesquisa do e-Marketer.

E-commerce cresce no Brasil

Nos últimos 5 anos, a média de crescimento do comércio eletrônico brasileiro chegou aos 24%, apesar do valor esperado para 2016% seja de 13,5%.

Segundo Pedro Guasti, cofundador da E-bit, as vendas online representam 3% do varejo no Brasil. Com a popularização de tablets e smartphones, a maneira de se realizar a compra se modificou. Esses dois gadgets correspondem mais de 10% das transações de e-commerce feitas em 2015.

Os consumidores de lojas virtuais têm maior poder aquisitivo e média de idade de 43 anos. Pesquisas da e-Marketer indicam que, normalmente, eles utilizam as lojas físicas como showrooming, para testar e tirar dúvidas dos produtos.

Melhore o desempenho do seu e-commerce:

Cada vez mais, os clientes estão se conscientizando de sua capacidade de escolher o melhor lugar para comprar e até mesmo se baseiam no desempenho do site para sua escolha. Apesar de ser pouco relacionado, a primeiro momento, com a taxa de conversão, o desempenho é um item que precisa de melhora.

Quando se fala em melhorar desempenho de um e-commerce, vários tópicos vem a mente.

3 passos para melhorar seu e-commerce:

    1. Otimizar o desempenho de mídia,
    2. Melhorar taxa de conversão
    3. Olhar o layout do site para ver pontos de dispersão, etc.

A importância da estabilidade da plataforma de e-commerce:

Porém poucos prestam atenção em um item tão importante quanto todos os citados anteriormente: a estrutura do site, ponto ainda mais se você usa uma plataforma de e-commerce.

Imagine entrar numa loja física para realizar uma compra e, no meio do processo de aquisição, deparar com uma queda de energia. Toda a loja ficará apagada.

Provavelmente, se esta loja tiver uma estrutura de geradores, em alguns segundos haverá o chaveamento e para o consumidor tudo voltará ao normal. Porém, se ela não contar com um sistema secundário de energia, perderá seu potencial cliente, que além de não realizar a compra ficará com a sensação de falta de infraestrutura da empresa para atender o cliente, sem contar a brecha aberta para as questões correlacionadas a segurança.

Fazendo uma analogia ao comércio digital, a estrutura de um site, tanto a parte de frontend como backend influencia diretamente em sua velocidade e estabilidade, o que pode definir o sucesso ou fracasso dos esforços para atrair clientes.

Portanto, para otimizar um e-commerce é preciso entender a experiência do consumidor como um todo, inclusive no tocante de qualidade da estrutura de códigos, chamadas, servidores, processos de pagamento, etc., itens que não são tão óbvios para o dia a dia da otimização digital, mas que determinam a experiência do consumidor e o faturamento de um e-commerce.

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